A nova geração de cartuchos

Para armas de alma raiadas: feitos de polímero, compostos, sem caixa e telescópicos.

Cartuchos feitos de plástico e compostos, podem parecer novos e modernos para um atirador de bala; mas tal tecnologia é velha conhecida dos atiradores de alvos em vôo. Em 1960, Remington introduziu cartuchos compostos, com caixas de plástico.

Fatores que afetam a balística

Fatores que afetam a balística externa dos projéteis Desde o momento em que nossos ancestrais (do mesmo gênero mas de espécies diferentes), começaram a desenvolver ferramentas e armas para a caça e sua defesa, também surgiu a necessidade de compreender a balística externa. No caso, neurobalística: é a disciplina, dentro da ciência balística, que trata dos dispositivos e das tecnologias de tiro, cujas forças propulsoras são resultantes de elementos de flexão ou torção. Que foi evoluindo junto com a história de nossa espécie; de lançar uma pedra, lança, arco e flecha, bestas, catapultas …etc. Até chegarmos na invenção da pólvora e armas de fogo surgindo a pirobalística: diz-se da arte de calcular o alcance das armas de fogo. Hoje em dia ao falarmos de balística, quase sempre estamos falando de pirobalística.

A balística exterior ou externa é o mais antigo e popular dos três ramos do estudo balístico; trata do vôo da bala da saída do cano até o alvo. Balística externa é o que a maioria das pessoas se referem quando usa o termo geral “balística”. Fabricantes de armas, atiradores , caçadores… e militares, há muito tempo entendem o valor de prever com precisão o caminho e o ponto de impacto dos projéteis de armas de fogo. Os primeiros tratados sobre o assunto, surgem na Renascença (termo usado para identificar o período da história da Europa aproximadamente entre meados do século XIV e o fim do século XVI), eram essencialmente manuais práticos para os canhoneiros.