Fatores que afetam a balística

Fatores que afetam a balística externa dos projéteis Desde o momento em que nossos ancestrais (do mesmo gênero mas de espécies diferentes), começaram a desenvolver ferramentas e armas para a caça e sua defesa, também surgiu a necessidade de compreender a balística externa. No caso, neurobalística: é a disciplina, dentro da ciência balística, que trata dos dispositivos e das tecnologias de tiro, cujas forças propulsoras são resultantes de elementos de flexão ou torção. Que foi evoluindo junto com a história de nossa espécie; de lançar uma pedra, lança, arco e flecha, bestas, catapultas …etc. Até chegarmos na invenção da pólvora e armas de fogo surgindo a pirobalística: diz-se da arte de calcular o alcance das armas de fogo. Hoje em dia ao falarmos de balística, quase sempre estamos falando de pirobalística.

A balística exterior ou externa é o mais antigo e popular dos três ramos do estudo balístico; trata do vôo da bala da saída do cano até o alvo. Balística externa é o que a maioria das pessoas se referem quando usa o termo geral “balística”. Fabricantes de armas, atiradores , caçadores… e militares, há muito tempo entendem o valor de prever com precisão o caminho e o ponto de impacto dos projéteis de armas de fogo. Os primeiros tratados sobre o assunto, surgem na Renascença (termo usado para identificar o período da história da Europa aproximadamente entre meados do século XIV e o fim do século XVI), eram essencialmente manuais práticos para os canhoneiros.

O que é balística?

O que é balística?

A palavra “balística” é derivada da palavra grega balista – A balista (Latim: ballista; derivado do grego: ballistēs), era um antigo mecanismo de cerco militar que se assemelha a um grande arco esticado com cordas e correias e empregado para arremessar pedras.

Atualmente, a balística pode ser definida como a ciência do movimento de projéteis em vôo, bem como a análise das características de vôo de um projétil. Além disso, a ciência da física balística estuda: os processos dentro de uma arma de fogo quanto ela é disparada, juntamente com o resultado final de um projétil (ou vários projéteis) atingindo um alvo (balística terminal). Com base em resultados colhidos através de séculos de investigações balística na prática e comprovados pela física, atiradores, caçadores, militares…etc. Podem estimar o real desempenho das armas de fogo e munições. A ciência da balística é geralmente dividida em três partes sequenciais: interna, externa e terminal.